Bruno

ÜNIVERSAL PICTURES e MEDIA RIGHTS CAPITAL apresentam
Uma Produção FOUR de DOIS / EVERYMAN PICTURES

SACHA BARON COHEN
GUSTAF HAMMARSTEN
Produtor Executivo
ANTHONY HINES
Produzido por
SACHA BARON COHEN
JAY ROACH
DAN MAZER
MONICA LEVINSON
Baseado no Personagem Criado por
SACHA BARON COHEN
Argumento de
SACHA BARON COHEN &
PETER BAYNHAM &
ANTHONY HINES &
DAN MAZER
Roteiro de
SACHA BARON COHEN &
ANTHONY HINES &
DAN MAZER &
JEFF SCHAFFER
Dirigido por
LARRY CHARLES
Informações de Produção
Em 2006, o ator vencedor de dois prêmios BAFTA, SACHA BARON COHEN, levou às telonas seu jornalista do Casaquistão, Borat Sagdiyev, em Borat – O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Casaquistão Viaja à América (Borat: Cultural Learnings of America for Make Benefit Glorious Nation of Kazakhstan). Expondo a hipocrisia chocante da cultura ocidental, Baron Cohen, o diretor LARRY CHARLES e sua equipe usaram um estilo de filmagem de guerrilha para criar uma comédia de escopo mundial que com um impacto fulminante sobre o público e a crítica. O filme deu a Baron Cohen um Globo de Ouro de Melhor Ator de Cinema — Musical ou Comédia e uma indicação compartilhada ao Oscar® de Melhor Roteiro Adaptado. Levando o público a rir ou se chocar diante de preconceitos absurdos, a equipe emplacou um sucesso estrondoso que arrecadou mais de US$ 260 milhões nas bilheterias do mundo todo e inaugurou um novo padrão para deboches arriscados.
Eles estavam apenas começando.
Agora, o criador, astro, roteirista e produtor de Borat e Da Ali G Show criou a comédia mais ousada, louca e perigosa jamais lançada nos circuitos cinematográficos comerciais. Em BRUNO, Baron Cohen apresenta aos cinéfilos o novo personagem de sua série premiada: um fashionista gay que é o apresentador do programa noturno de moda de maior audiência em todos os países de fala germânica… excetuando-se a Alemanha.
A missão de Bruno? Tornar-se a maior celebridade austríaca desde Hitler. A sua estratégia? Cruzar o planeta na esperança de encontrar a fama e o amor.
Reeditando a parceria com Baron Cohen e Charles em BRUNO, estão antigos colaboradores: os produtores JAY ROACH (Borat, Meet the Fockers), DAN MAZER (do seriado da TV, Da Ali G Show, Borat) e MONICA LEVINSON (Zoolander, Borat), bem como o produtor executivo e corroteirista ANTHONY HINES (do seriado televisivo, Da Ali G Show, Borat).
A equipe técnica inclui os diretores de fotografia ANTHONY HARDWICK (Borat, Trust Me, da televisão) e WOLFGANG HELD (American Teen, Carrier televisão); os diretores de arte DENISE HUDSON (Accepted, o ainda não lançado The Perfect Game) e DAVID SAENZ DE MATURANA (do seriado televisivo, Curb Your Enthusiasm, Borat); os montadores JAMES THOMAS (Borat, do seriado da TV, The Flight of the Conchords) e SCOTT M. DAVIDS (Borat, do seriado da TV, The Flight of the Conchords); e o figurinista JASON ALPER (do seriado da TV, Da Ali G Show, Borat). A trilha do filme é de ERRAN BARON COHEN (do seriado, Da Ali G Show, Borat), e o supervisor musical é RICHARD HENDERSON (Borat, Religulous).
Sacha Baron Cohen, Anthony Hines, Dan Mazer e JEFF SCHAFFER (Dr. Seuss’ The Cat in the Hat, Eurotrip) escreveram o roteiro de BRUNO a partir de um argumento de Sacha Baron Cohen, PETER BAYNHAM (Borat, o ainda não lançado Arthur Christmas), Hines e Mazer.
SOBRE A PRODUÇÃO
Conseguindo de novo:
filmando a comédia radical
Após a comoção mundial causada por Borat, a jornada fílmica internacional do fashionista mais famoso da Áustria (e apresentador do programa de TV, Funkyzeit Mit Bruno) começou com os cineastas se fazendo uma pergunta simples: “Vamos conseguir fazer isso de novo?”
Isso seria possível… se eles conseguissem manter seu astro e maior criador longe da prisão e vivo até o encerramento das filmagens.
Se o diretor Larry Charles e os produtores, Sacha Baron Cohen, Dan Mazer, Jay Roach e Monica Levinson, aprenderam uma única lição de sua experiência em Borat, foi viver segundo uma única regra: “conheça e respeite a lei e tenha sempre um plano de fuga”. Eles estavam certos de que se Baron Cohen fosse preso ou ferido, a produção teria de ser suspensa, atrasando seu cronograma em semanas. Essa máxima guiou todos os aspectos da produção, e eles conseguiram se ater aos seus planos.
Bem, exceto em uma ocasião.
Enquanto a maioria das produções de cinema tem um cronograma diário de trabalho fechado, em que o elenco e a equipe sabem o que se espera deles, a equipe de BRUNO não teve esse luxo. Todas as tardes, o grupo precisava determinar o que seria filmado no dia seguinte. Eles faziam um planejamento, iam até a locação e filmavam tudo numa sucessão frenética. Depois, eles se dirigiam à próxima locação para extrapolar todos os limites sem infringir a lei.
Acreditando ser crucial superar a comédia radical que eles haviam criado com Borat, a equipe extrapolou no sarcasmo nesta produção e teve confrontos bem mais sérios com a polícia do que na primeira vez. E não parou aí. A equipe passou a receber ligações do FBI alertando-a sobre ameaças de morte e precisou driblar punhos revoltados, turbas ensandecidas e armas carregadas a cada etapa do caminho.
A experiência em Borat havia demonstrado que todo o elenco e a equipe precisavam estar integrados (e trabalhado sob o mais estrito sigilo) a fim de garantir que a técnica de filmagem de guerrilha funcionasse. Da detenção de Baron Cohen pela polícia de Milão depois da filmagem de uma participação que roubou a cena no desfile da designer Agatha Ruiz De La Prada ao seu interrogatório e revista pelos agentes policiais, não houve um único momento de tédio no set cosmopolita.
Assim que Baron Cohen e seus corroteiristas definiram as situações iniciais (por exemplo, Bruno será expulso de um grande desfile de moda, ele flertará com vítimas aturdidas e entrevistará celebridades acerca de seus esforços humanitários), começaram as pesquisas para se encontrar os melhores locais a serem visitados e as pessoas a serem entrevistadas. Os resultados, registrados por uma câmera, ditariam os passos seguintes.
Ao longo de 19 semanas não-consecutivas durante o ano inteiro, uma máquina “bem azeitada e completamente desorganizada” filmou as cenas. Mantendo uma companhia de produção limitada e em boas condições operacionais e contando com o sigilo de um grupo de profissionais talentosos, eles conseguiram registrar cenas jamais filmadas anteriormente.
Deslocando-se em cinco veículos (três vans, uma minivan e um trailer que se passava tanto por base da produção quanto por camarim), o elenco e a equipe cruzaram os EUA, a Europa e o Oriente Médio. Cruzando por Los Angeles, Nova York, Washington, D.C., Kansas, Texas, Alabama e Arkansas, nos Estados Unidos, e Londres, Berlim, Paris e Milão, na Europa, e Jordânia e Israel, no Oriente Médio, eles seguiram um cronograma exaustivo.
Abaixo, segue somente uma amostra de suas histórias irreverentes.
Pode me revistar:
o alto preço da moda
Quando Baron Cohen e seus corroteiristas imaginaram Bruno como um repórter numa semana de moda européia que levaria à sua decadência, eles exploraram os vários eventos a que ele compareceria numa sequência cronológica adequada às filmagens. Sem querer concentrar suas apostas numa única locação, os cineastas foram a Nova York, Paris e Milão e se credenciaram em várias temporadas das semanas de moda dessas respectivas cidades.
A equipe compareceu à Milão Fashion Week no final de setembro de 2008. Eles haviam bolado uma gag em que Baron Cohen, na pele de Bruno, vestindo um macacão inteiramente feito de velcro, desceria de um carro à entrada do local de desfile e acabaria de penetra na passarela, tudo devidamente registrado pelo diretor, Charles, e a equipe de câmeras. As primeiras tentativas de entrar em outros desfiles fracassavam quando a segurança do evento reconhecia e expulsava os integrantes da produção. Os agentes de segurança chamavam a polícia e expulsaram a produção de Bruno, acusando-os de tentar roubar peças de roupas das coleções.
Bruno levou “bola preta” da Milão Fashion Week. O Conselho Italiano de Moda emitiu um comunicado aos estilistas, alertando-os para a possibilidade de Baron Cohen tentar penetrar em seus eventos; a instituição recomendava ainda a proibição ao acesso da produção de BRUNO. Com sua imagem estampada nas emissoras de televisão e por toda a Internet, Baron Cohen era um homem procurado. E a polícia de Milão declarou que ele seria detido no ato. Todos queriam a cabeça do sensacional apresentador de talk show grosseiro e engraçado.
Embora qualquer tentativa adicional parecesse inútil, a equipe não estava acostumada a jogar a toalha. A solução? Baron Cohen insistiu que eles mudassem a aparência de todo mundo e criassem uma equipe inteiramente nova. O diretor Charles raspou a barba e mudou o penteado; o produtor Mazer também cortou o cabelo, assim como vários cinegrafistas da equipe milanesa de câmeras. Todos os envolvidos na pegadinha final mudaram de roupa.
Montados com echarpes de alta costura e óculos escuros transados, esses fashionistas recém-convertidos se misturaram ao público. Seria a última chance que a equipe teria para filmar a cena do velcro tão cuidadosamente elaborada pelos roteiristas. E o que havia entre eles e a ação? Policiamento reforçado e mais seguranças foram convocados para vasculhar a área à procura de Bruno.
Aproveitando-se de uma oportunidade 30 minutos antes do desfile da coleção da designer Agatha Ruiz De La Prada começar, o criador de Bruno sabia o que tinha de fazer. A equipe o credenciou e ele entrou… não como o apresentador de Funkyzeit Mit Bruno, mas disfarçado de fotógrafo italiano e vestido numa produção de arrasar.
Acompanhado do seu cabeleireiro, maquiador e corroteirista, Hines, Baron Cohen localizou um canto escondido dos bastidores e se transformou em Bruno. Ele tentou conter sua respiração ofegante, uma vez que, a poucos metros de distância, modelos e seguranças passavam diante dele. O ator sabia que, caso fosse descoberto, a melhor e a última oportunidade que a equipe teria de rodar essa cena crucial estaria arruinada. Pouco depois do início do desfile, ele aproveitou sua chance. Saindo de seu esconderijo e invadindo os bastidores, Baron Cohen disparou pela passarela à frente das modelos assustadas e se livrou dos seguranças que o cercavam.
Os produtores ficaram eufóricos quando Baron Cohen (como Bruno, metido num macacão de velcro, todo coberto com peças de roupas grudadas) caiu em plena passarela. A multidão ficou horrorizada e as câmeras continuaram a rodar. Assim que a equipe conseguiu as imagens de que precisavam, a segurança apagou as luzes e arrastou Baron Cohen para fora da passarela. O ator foi algemado pela polícia e levado preso, enquanto os integrantes da sua equipe seguiam no encalço deles. Embora ele tenha alegado que simplesmente cometeu um terrível engano — ele simplesmente usou um macacão de velcro e saiu andando — Baron Cohen foi revistado e interrogado por sete agentes da polícia.
Sem se deixar intimidar, a equipe passou à sua próxima aventura. Poucos dias depois, Baron Cohen lançou a pergunta: “Podemos ir a Paris Fashion Week na próxima semana?” A resposta dos demais produtores exauridos: “Está bem… vamos a Paris!” Eles filmaram dois dias em outubro e conseguiram lugares VIPs em eventos disputados como o lançamento da nova coleção de Stella McCartney e o desfile de Jean-Charles de Castelbajac. Bruno usou outro figurino irreverente e, obviamente, causou um alvoroço enquanto as câmeras seguiam filmando.
Aquele não seria o último encontro que os auto-intitulados criadores de moda teriam com Bruno.
Embora a sequência não tenha sido aproveitada na montagem final de BRUNO, a produção rodou uma cena em uma casa noturna de Berlim, onde Bruno fez seu discurso de despedida para o mundo fashion. No meio de uma rave de varar a madrugada, Bruno invadiu a cabine do DJ, desligou o som e fez um discurso de 10 minutos diante de uma multidão atônita de jovens.
Segundo o nosso fashionista iludido, seu público presenciou “o discurso mais importante desde ‘Eu Tenho Um Sonho’, de Martin Luther King, Jr”. É desnecessário dizer que os hiperativos ravers não gostaram de ver sua música cortada e começaram a xingar aquele homem estranho com seu discurso voluntário. Garrafas e copos de cerveja começaram a voar sobre Bruno. Enquanto os seguranças do evento arrastavam Baron Cohen para fora da casa, convidados bêbados tentavam agredir o homem que havia boicotado a sua diversão. Na confusão, um agressor acertou a nuca do ator, enquanto outros rasgavam as suas roupas.



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